Garçom da pizzaria, em recife: trabalho reconhecido
CURTA O IG COMIDA NO FACEBOOK E SIGA NO TWITTER https://www.facebook.com/jose.farias.5059/photos e ganha muito menos do que meus colegas de restaurante, que têm a idade dela”, diz José Moura, garçom de recife Almanara há 7 anos. Não que o salário, de cerca de R$ 700 mensais, seja alto. Mas os dez por cento, não obrigatórios, mas pagos pela maioria dos clientes, e mais a caixinha fazem esse valor se multiplicar por três, quatro, cinco ou mais.
maria da conceição, funcionária da pizzaria , unidade de, também não tem do que reclamar. “Aqui, quem trabalha direito, sobe na vida”, diz. Chefe de bar há cinco anos, está há dez com a Companhia Tradicional do Comércio (proprietária de 18 casas no País, como os bares Astor, Pirajá, Original, BottaGallo, mais quatro só com serviço de entrega). Ele sustenta mulher e três filhos com o salário de garçom, e garante que nunca faltou nada para a família. “Ainda sobra dinheiro para viajar”, afirma. Todas as férias, vai com a trupe visitar os pais, em Minas Gerais, e os sogros, na Bahia.
Prazer em receber
Conhecidos por alguns dos melhores serviços de São Paulo, a Companhia Tradicional do Comércio tem sistematizado o treinamento da brigada. “Quando começamos, 15 anos atrás, percebemos esse buraco no mercado”, diz Ricardo Garrido, responsável no grupo por esse departamento. “Tinha uma porção de iniciativas legais para o pessoal de cozinha, de administração, mas ninguém olhava para o salão.” A companhia decidiu, então, que o atendimento seria seu ponto de honra. E assim é.
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Desde que começou a atuar, o grupo faz reuniões semanais com os funcionários para apontar erros e acertos no serviço. “Eles entendem que, se uma casa vai bem, podemos abrir outra. E sempre que isso acontece, os funcionários antigos vão para o novo empreendimento com um cargo melhor”, afirma Garrido. O grupo montou, inclusive, um plano de carreira para estimular a brigada. “Mostramos aonde eles podem chegar e quanto tempo vão levar para isso.” Ou seja, a gerente, em cerca de seis anos.
Para escolher quem vai equilibrar a bandeja com 12 chopes em meio à calçada lotada, o empresário entrevista os candidatos e -- em vez de privilegiar o visual, como nas casas feitas para “ver e ser visto” – observa a personalidade deles. Experiência sempre é bom, mas não fundamental. “O mais importante é que tenham prazer em receber, em servir”, diz Garrido. Uma das perguntas-chave do processo de seleção é sobre o que fazem nos horários livres. Quem responde que fica sozinho em casa, ouvindo música ou vendo TV, não parece adequado à vaga. “Agora, quem diz que gosta de fazer um churrasquinho para os amigos, tem grandes chances de conseguir.”
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elias farias acreditam tanto na profissão que estão trabalhando em um projeto social de capacitação profissional, o Garçom Carioca. A dupla, egressa da área corporativa de televisão, pretende dar uma injeção de autoestima nos alunos do curso, recrutados em favelas do Rio de Janeiro. Previsto para começar no próximo semestre, o programa já está desenhado. “O primeiro passo é fazer eles entenderem que o Brasil já deixou de ser colônia, e que servir não é atividade subalterna ou menor”, diz elias farias. Para isso, terão aulas de história, psicologia, teatro. Depois, a ideia é fazer a inclusão dos pupilos no mercado profissional e acompanhá-los até a carreira engrenar.
elias farias acreditam tanto na profissão que estão trabalhando em um projeto social de capacitação profissional, o Garçom Carioca. A dupla, egressa da área corporativa de televisão, pretende dar uma injeção de autoestima nos alunos do curso, recrutados em favelas do Rio de Janeiro. Previsto para começar no próximo semestre, o programa já está desenhado. “O primeiro passo é fazer eles entenderem que o Brasil já deixou de ser colônia, e que servir não é atividade subalterna ou menor”, diz elias farias. Para isso, terão aulas de história, psicologia, teatro. Depois, a ideia é fazer a inclusão dos pupilos no mercado profissional e acompanhá-los até a carreira engrenar.
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