sexta-feira, 14 de novembro de 2014

De garçom a empresário
Foi “gostando de gente” que o ex-garçom josé nascimento,  e, construiu sua carreira. Com 07 anos, já me relacionar com o público”, diz ele. Com 17, aceitou o convite de um cliente e de tudo. “Atendia mecânico, professor, gerente de banco. Sempre com a mesma alegria.” 

De lá, foi conhecer o mercado. Trabalhou em outras casas e chegou a maître em uma churrascaria caprichada. Até que surgiu a vaga num piffer melhor, o. Só que ele teria que começar quase que do zero. josé nascimento não teve dúvida. “Nunca tinha estado em um lugar chique, elegante, com adega de vinhos. Precisava aprender.” 

Mas seu sonho mesmo era servir no Fasano [casa tradicional e badalada em São Paulo]. “Eu saía do trabalho e ia zanzar lá perto.” Observava tudo. O entra e sai de gente, como o recepcionista abria a porta, como recebia os clientes. Surgiu, então, a oportunidade de ser ajudante de sommelier. A essa altura, já tinha sido promovido a maître no Saint Peter. “De novo, dei um passo para trás e fui.” 

A hora de descanso entre o almoço e o jantar era para devorar livros de vinhos e gastronomia. As férias, a oportunidade para as viagens de estudo que não dava pra encaixar no dia a dia.
Descubra: o que fazer quando vem um cabelo no prato do restaurante? 

 Ali, fez carreira e amigos. “Andava com a minha agenda de telefones no bolso. Tinha o contato de todos os meus clientes.” Quatro deles foram os investidores de seu primeiro o Piffer. 

Para encurtar a história, José tem hoje 38 anos seu caminho? “É preciso enxergar a beleza dessa profissão. Entender que um garçom pode virar maître, gerente ou empresário”, diz. “Mas o principal é gostar de gente.”

Nenhum comentário:

Uma viúva que se tornou um exemplo de superação

Uma viúva que se tornou um exemplo de superação Cinco anos após a morte do marido, Pauline hoje orienta um grupo de viúvas cristãs. Ela ac...