Cristãos iranianos pedem orações
08 jul 2014 IRÃ
No Irã, muitos cristãos estão presos por sua fé em Jesus. Recentemente, diversos casos tiveram atualizações. Entre eles, Mohammad-Reza Partovi ganhou liberdade condicional e Vahid Hakkani terminou sua greve de fome
Mohammad-Reza Partovi, também conhecido como Korosh, cristão de origem muçulmana, foi libertado condicionalmente. Ele foi preso em Shiraz em fevereiro de 2012 e condenado a três anos e oito meses de prisão por suas atividades cristãs. Sua libertação aconteceu depois que a família encaminhou uma petição ao tribunal solicitando a sua liberdade, já que ele havia completado mais da metade de sua pena e cumprido com outras estipulações.
Vahid Hakkani, também da cidade de Shiraz, amigo de Korosh, pôs fim a uma greve de fome em protesto contra a decisão do tribunal que negou sua liberdade condicional. A saúde de Hakkani se deteriorou coma greve de fome. Extremamente fraco, ele precisou ser levado para a clínica da prisão já sofrendo hemorragia interna, entre outros problemas de saúde.
A terceira atualização é ainda mais preocupante: alguns prisioneiros, que foram detidos por suas atividades cristãs, têm sido regularmente espancados na prisão. Duas vítimas de maus-tratos são Amin Khaki (preso em março de 2014, em Shush) e Silas Rabbani (preso em maio 2014, em Karaj).
Esse tipo de violência contra prisioneiros cristãos é outra tática de intimidação que vem sendo usada contra a comunidade cristã no Irã. Maus-tratos de prisioneiros é fato predominante no sistema prisional do país.
Pedidos de oração
Ore para que Korosh se adapte rapidamente à vida fora da prisão.
Peça por Vahid e outros cristãos que estão na prisão, para que eles consigam a liberdade o quanto antes.
Interceda por Amin, Silas, Farshid e outros feridos. Ore para que eles possam experimentar a cura de Jesus e receber cuidados médicos apropriados.
Clame para que todos os funcionários envolvidos possam amar, agir com justiça e aprender sobre Jesus por meio do testemunho desses irmãos.
Fonte Middle East Concern
Tradução Larissa Cajaíba
08 jul 2014 IRÃ
No Irã, muitos cristãos estão presos por sua fé em Jesus. Recentemente, diversos casos tiveram atualizações. Entre eles, Mohammad-Reza Partovi ganhou liberdade condicional e Vahid Hakkani terminou sua greve de fome
Mohammad-Reza Partovi, também conhecido como Korosh, cristão de origem muçulmana, foi libertado condicionalmente. Ele foi preso em Shiraz em fevereiro de 2012 e condenado a três anos e oito meses de prisão por suas atividades cristãs. Sua libertação aconteceu depois que a família encaminhou uma petição ao tribunal solicitando a sua liberdade, já que ele havia completado mais da metade de sua pena e cumprido com outras estipulações.
Vahid Hakkani, também da cidade de Shiraz, amigo de Korosh, pôs fim a uma greve de fome em protesto contra a decisão do tribunal que negou sua liberdade condicional. A saúde de Hakkani se deteriorou coma greve de fome. Extremamente fraco, ele precisou ser levado para a clínica da prisão já sofrendo hemorragia interna, entre outros problemas de saúde.
A terceira atualização é ainda mais preocupante: alguns prisioneiros, que foram detidos por suas atividades cristãs, têm sido regularmente espancados na prisão. Duas vítimas de maus-tratos são Amin Khaki (preso em março de 2014, em Shush) e Silas Rabbani (preso em maio 2014, em Karaj).
Esse tipo de violência contra prisioneiros cristãos é outra tática de intimidação que vem sendo usada contra a comunidade cristã no Irã. Maus-tratos de prisioneiros é fato predominante no sistema prisional do país.
Pedidos de oração
Ore para que Korosh se adapte rapidamente à vida fora da prisão.
Peça por Vahid e outros cristãos que estão na prisão, para que eles consigam a liberdade o quanto antes.
Interceda por Amin, Silas, Farshid e outros feridos. Ore para que eles possam experimentar a cura de Jesus e receber cuidados médicos apropriados.
Clame para que todos os funcionários envolvidos possam amar, agir com justiça e aprender sobre Jesus por meio do testemunho desses irmãos.
Fonte Middle East Concern
Tradução Larissa Cajaíba
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